Meninas, eu consegui uma entrevista com Orli que saiu na parte online da revista Atrevida desse mês(parte que somente assinantes têm acesso,infelizmente). Pedi para uma menina que é assinante me mandar um e-mail com a matéria e ela o fez.
Não sei o título da entrevista , pois ela me mandou só como"
Entrevista com o Orlando Bloom".
O que pode nos contar sobre o novo filme?
Eu ainda não vi, mas acho que vai ser ainda maior e melhor do que os dois primeiros filmes (risos). Quero dizer, depois do primeiro filme, todo mundo pensou: “como eles vão conseguir superar os piratas que viram esqueletos à luz da lua?”. Porque esse é um conceito muito legal. Então, no segundo filme, tivemos o Kraken e Davy Jones. Neste filme há uma seqüência de um redemoinho gigantesco, o encontro dos lordes piratas, um dos quais é interpretado por Chow Yun-Fat, e tem aquele momento louco em que descemos para encontrar Johnny no outro mundo. São coisas incríveis e muito legais. Também acho que este filme conclui a trilogia de modo bem satisfatório porque o segundo deixou tudo meio no ar.
Você e Keira se casam neste filme?
Você terá que ver o filme para descobrir (risos).
Quando começou a trabalhar no primeiro filme, 5 anos atrás, você tinha idéia de que estava para tomar parte de um filme-fenômeno?
O filme era meio uma piada. Muitas pessoas torceram o nariz quando souberam da idéia de fazer um filme pirata baseado num brinquedo da Disney. Foi Geoffrey Rush que me falou sobre ele – estávamos fazendo um filme chamado Ned Kelly na Austrália – e ele me falou que o roteiro era ótimo e que eu devia dar uma olhada. Ainda devo a ele 10%, como ele sempre gosta de me lembrar.
Por que acha que os filmes dos Piratas tiveram tanto sucesso?
Muitos dos motivos começam com Johnny, que está fantástico nos filmes, eu acho, e o diretor Gore Verbinski, que é um gênio quando se trata de reunir todos os elementos -- efeitos especiais, personagens e ambientação épica – e ainda fazer um filme que é meio louco, divertido e inovador. Acho que a mistura de mundo real, com todos os figurinos, navios e personagens interessantes combinados com a fantasia surreal de Davy Jones e da tripulação de esqueletos tem muito apelo também. E também tem o simples fato de que são piratas. Existe um elemento de liberdade neles, de enfrentar as regras da sociedade e de partir para o mar, viver a vida sem restrições. Isso tem muito apelo.
O que você gostaria de fazer que ainda não fez?
Gostaria muito de fazer uma peça de Shakespeare e um filme inglês, talvez algo que falasse sobre uma questão social ou um problema do mundo, tipo Hotel Rwanda ou O Jardineiro Fiel, que eu adorei.
Ser um ídolo adolescente é bom ou ruim para sua carreira?
Disseram que sou um símbolo sexual e talvez seja nisso que eu seja bom, talvez seja só disso que eu seja capaz, mas sabe, aos 30 é hora de fazer uma transição. Veja Leonardo DiCaprio, ele saiu de Titanic e se tornou um grande astro do cinema e símbolo sexual e precisou fazer dois ou três filmes depois – A Praia e O Homem da Máscara de Ferro – para estabelecer seu relacionamento com Martin Scorsese e encontrar o ritmo de sua carreira. Então não estou me pressionando